Mentiras que correm nas veias,
que andam nos cantos
contando a verdade.
Mentiras que dormem na areia,
que nadam no rio
são só vaidade.
Mentiras que contam sereias,
que contam as pessoas
com muita maldade
se perdem nos próprios cabelos,
nos próprios venenos,
na realidade.
Mentiras que vivem sozinhas,
que andam em bandos
despidas e frias.
Mentiras que causam discórdia,
que criam desordem
são fracas e pias.
Mentiras, escritas borrradas
que contam piadas,
com falsos risos.
Mentiras que zombam das leis,
corrompem os reis
e matam o povo.
São tantas que ouço nas ruas
ferindo a si mesmas.
São tantas que ouço de bocas
sangrando de medo.
E atrás da maquiagem
e do nariz vermelho
o palhaço brincalhão
chora em desespero.
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